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Um Repórter Inconveniente Bastidores do jornalismo de investigação

  • Estado de Conservação: Como novo
  • Cidade: Silves
  • Método de envio: Correio Simples
  • Portes de envio: Ofereço os portes de envio.
  • Anunciado em: 27/04/2018 21:59
  • Expira: 973 dias, 8 horas

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Um-Reporter-Inconveniente

Descrição:

Autor:Aurélio Cunha
Editora:Chiado Editora
Páginas:444
ISBN:9789895128358

M REPÓRTER INCONVENIENTE-Bastidores do jornalismo de investigação” é a história real de um jornalista que, para o ser, tal como a sua consciência profissional o exigia, teve de recorrer à clandestinidade dentro do seu próprio jornal, o “Jornal de Notícias”, na altura o de maior tiragem do país. E fê-lo, recusando a condição de escriturário da redacção, para enveredar, à revelia das chefias, pela investigação jornalística, género então pouco ou nada praticado nos jornais portugueses.

Para realizar algumas das reportagens, que levaram a Assembleia da República a promulgar novas leis e a alterar outras, o jornalista sentiu-se na necessidade de recorrer a baixas médicas psiquiátricas para poder trabalhar e, assim, concluir as investigações para as quais o jornal não lhe dava condições. Teve também de pagar do seu bolso despesas que fez ao serviço do jornal.

“UM REPÓRTER INCONVENIENTE” revela os bastidores oculto s de trabalhos jornalísticos de grande impacto público, tais como:
-agarrado a um morto, o jornalista entrou na morgue, durante a noite, e, mesmo às escuras, conseguiu encontrar órgãos roubados a cadáveres, que depois eram exportados para multinacionais farmacêuticas, a partir de colheitas clandestinas realizadas no Porto e em Lisboa;

-vendeu o seu próprio sangue a médicos que o revenderam a doentes de clínicas privadas, depois de ter passado por sem-abrigo e marginal, o que lhe permitiu revelar ao país que em Portugal estavam a ser feitas transfusões sanguíneas mortais;

-infiltrou-se em celas prisionais e, quando na cadeia foi detectado, inventou artimanhas para fazer com que reclusos viessem à rua falar consigo, a fim de que os leitores pudessem ver para lá das grades;

-descobriu que, numa agência bancária, mesmo os clientes já falecidos há anos continuavam a “assinar” cheques;

-assinou o seu próprio óbito, numa urgência hospitalar, a fim de conseguir observar como os cangalheiros disputavam o seu corpo para lhe fazerem o enterro, o que o levou até ao mundo dos negócios mafiosos que giravam em volta dos funerais;

-perseguiu, durante anos, o «roubo legalizado» a assinantes dos Telefones de Lisboa e Porto, que tinham «um ladrão dentro de casa»;

-assistiu, durante a noite, no santuário de Fátima, à recolha do dinheiro dado pelos peregrinos e perseguiu o destino das toneladas de ouro oferecidas para pagamento de promessas, ainda que os leitores tivessem sido impedidos de ler a reportagem;

-denunciou o desvio de medicamentos destinados a doentes renais e oncológicos e comparticipados pelo Serviço Nacional de Saúde, para o doping de atletas de alta competição, numa investigação involuntariamente despoletada pelo treinador Jorge Jesus;
(…)
Telemóvel:910563452

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